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terça-feira, 20 de novembro de 2012

SAÚDE PÚBLICA, UMA VERDADEIRA PRIVADA!



Dr. Salomão Rodrigues Filho
Há tempos, o sistema público de saúde goiano enfrenta uma crise que se agrava a cada dia. Sem o financiamento necessário e com um modelo gerencial travado, o setor encontra-se mergulhado em problemas, como a escassez de materiais, falta de medicamentos, equipamentos sucateados e déficit no quadro de pessoal.

Essas falhas que fazem parte da rotina da maioria das unidades públicas de saúde da capital e do interior vêm expondo os médicos a condições precárias e até humilhantes de trabalho e comprometendo gravemente a qualidade da assistência prestada à população. Situação bastante semelhante é observada também nos hospitais privados conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS), filantrópicos ou não. Apesar do aumento da população, nas últimas décadas, a rede hospitalar pública goiana não ganhou em quantidade e perdeu em qualidade. Por todas estas razões muitas vidas que poderiam ter sido salvas, não foram.

Em Goiânia e no interior, os médicos que atuam no serviço público, deparam-se com condições inadequadas para exercer a sua profissão. Além de penalizar os pacientes e os médicos, essas deficiências na rede pública, volta e meia, fomentam denúncias na imprensa, que acabam expondo toda a classe médica a críticas e acusações indevidas.

O médico que atua de forma ética e séria nas unidades públicas de saúde, quase sempre exposto a uma sobrecarga de trabalho, não pode mais continuar sendo responsabilizado pelas mazelas do sistema de atendimento.

Nos serviços ambulatoriais (Cais, Ciams e Postos de Saúde) e nos Programas de Saúde da Família (PSF), os gestores mais preocupados com estatísticas, com quantidade e não com a qualidade do atendimento prestado, vêm pressionando os médicos a cumprir cotas de atendimento. Nestes serviços faltam equipamentos, medicamentos e até sabão e papel toalha para o médico higienizar suas mãos após examinar um paciente. Faltam lençóis para a necessária troca na mesa de exame, quando um novo paciente vai ser atendido. Enfim, o estado é de calamidade.

Para modificar significativamente para melhor o combalido sistema de saúde pública em Goiás, precisamos, nas esferas estadual e municipal, de medidas de impacto e, neste sentido, manifestamos nossa esperança e nosso apoio à decisão do Governo do Estado em terceirizar a gestão de parte de seus grandes hospitais para Organizações Sociais (OS), que são pessoas jurídicas, sem fins lucrativos e regulamentadas por lei.

O governo sabe que é necessário escolher bem as OS, observando quem são seus integrantes. Sabe que é necessário firmar contratos seguros e, sabe também, que deve acompanhar de perto o desempenho de cada uma e que elas devem ser permanentemente fiscalizadas pelos órgãos competentes, inclusive pelo Ministério Público. As OS são entidades que poderão proporcionar aos hospitais, que continuarão a ser públicos, uma gestão ágil e eficiente.

Fator decisivo para o sucesso da terceirização será a boa remuneração do médico. Por isso, recomendamos à Secretaria Estadual de Saúde que inclua nos seus contratos com as OS condições sobre a relação de trabalho destas com os médicos.

Entendemos que, de um lado, é dever do médico cumprir a carga horária para a qual foi contratado, do outro, é dever do contratante remunerar dignamente o trabalho do médico. Remuneração digna é pagar ao médico como salário base o piso salarial estipulado pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e calculado para o ano de 2011 pela Fundação Getúlio Vargas em R$ 9.188,22 para uma jornada de 20 horas semanais.

Para exercer a Medicina com honra e dignidade, o médico necessita ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa. Esperamos que as mudanças a serem implantadas ofereçam essas condições à classe médica e mudem a atual situação de caos na saúde pública.

Salomão Rodrigues Filho - presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego).

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

PRESIDENTE DILMA CUMPRA A CONSTITUIÇÃO.



"Quando eles poderiam imaginar que uma aeromoça elegante ou um piloto charmoso da época estariam hoje numa situação horrível? Eles estão na miséria." - Ana Karina
A mãe de Ana Karina foi comissária de bordo por quase 30 anos. Começou na década de 60, pioneira na Varig, viveu a era do glamour da aviação. Hoje, prestes a completar 70 anos, a senhora Romacilda corre o risco de perder 24 anos de contribuição feitos a um fundo de aposentadoria falido chamado Aerus.
"A história da minha mãe nem é das piores, tem gente que recebe hoje R$ 190 por mês. Um comissário teve que morar em uma garagem de um amigo porque perdeu tudo. Vendeu casa, carro. Teve gente que até cometeu suicídio." 
A campanha pede justiça aos milhares de aposentados de empresas como Varig, Vasp e Transbrasil, que contribuíram a vida toda para o Aerus.
Depois que as empresas faliram, o Governo Federal assumiu o fundo e permitiu que as empresas fizessem dezenas de renegociações com o Aerus. Depois deram o calote. A conta sobrou para os aposentados, que eram contra essas negociações.
"São por volta de 10 mil pessoas prejudicadas e todos na faixa dos 75 anos de idade. Mais de 750 desses aposentados já morreram e não receberam seu dinheiro de volta. Muitos já não têm condições para continuar lutando". Ana Karina abraçou a causa buscando repercutir a situação trágica dos aposentados na internet. 
Há 2 anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Governo Federal complementasse as aposentadorias de quem está recebendo a menos até o julgamento final. Isso nunca foi cumprido. 
Além disso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já definiu que os aposentados têm de ser pagos, mas a União recorre sistematicamente e o processo não acaba.
Já há apoio político a favor dos aposentados, porém eles precisam de mais assinaturas para conseguir o apoio necessário para recuperar suas perdas. 
Obrigada,
Madeleine Lacsko e a equipe da Change.org Brasil
--
Precisando comprar ou vender em Goiania  ligue (62)84367878 ou (62)99367878

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Como curar o sistema público de saúde?


Como curar o sistema público de saúde?

Planos de saúde terão novos procedimentos obrigatórios
(Getty Images)
As famílias brasileiras financiam a maior parte das despesas de saúde no país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total gasto em 2007, cerca de 128 bilhões de reais (57,4%) vieram dos bolsos dos cidadãos, ante 93 bilhões de reais (41,6%) provenientes do setor público.
O problema é que tanto o serviço público quanto o privado desafiam a saúde e o folêgo dos brasileiros. O maior estorvo, é claro, está no atendimento oferecido pelo governo. De acordo com levantamento realizado junto a secretarias de saúde de sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Curitiba), ao menos 171.600 pessoas estão na fila para fazer uma cirurgia eletiva - procedimento agendado, que não possui característica de urgência. A demora para a realização de um procedimento ortopédico, por exemplo, pode levar até cinco anos.
A qualidade do serviço também é influenciada pela insatisfação dos médicos que trabalham para o Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Instituto Brasileiro para Estudo e Desenvolvimento do Setor de Saúde, em média, a remuneração dos profissionais da área pública é metade da paga pela privada. Em alguns casos, a diferença é exorbitante: uma equipe de seis profissionais recebe 940 reais do SUS por cirurgia, enquanto receberia até 13.500 reais dos planos de saúde.
Diante do caótico quadro da saúde pública, os brasileiros se esforçam para manter planos privados. Atualmente, 26,3% da população - ou 49,1 milhões de pessoas - compromete parte darenda para ficar longe dos hospitais públicos. O desafio é manter as contas em dias à medida que envelhecem. Aos 60 anos, um assegurado pode ter que desembolsar mais de 700 reais para manter um plano básico, suficiente apenas para ocupar um leito de enfermaria ao lado de  outros pacientes, em caso de internação.
E as perspectivas não são boas. De acordo com estimativa realizada pelo Idec e pelo Procon, se mantidas as atuais condições de reajustes, nos próximos 30 anos, os planos de saúde deverão sofrer reajustes 126,67% acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em outras palavras, esse serviço se tornará proibitivo para boa parcela da população que hoje o possui.
Por meio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o governo já tentou regular os preços dos planos, colhendo alguns fracassos. E nada indica que futuras intervenções obteriam resultado diferente. E isso tem uma razão simples: as operadoras de saúde são empresas que realizam investimentos em tecnologia, estrutura e pessoal, contraem despesas e precisam honrar suas contas a cada final de mês. Elas estabelecem um valor a seus serviços levando em conta o custo deles e os preços de mercado. Portanto, pretender decretar o quanto essas companhias deveriam cobrar é uma medida que desafia razões elementares de mercado - em, outras palavras, briga com a realidade.
Frente a esse quadro, cresce ainda mais a importância da discussão acerca do sistema público de saúde - alimentado com o dinheiro que sai do bolso do contribuinte. Mas que, em geral, não trata bem esse cidadão.
Durante esta semana, VEJA.com vai analisar a realidade do sistema público de saúde, ouvindo especialistas e as campanhas presidenciais, para saber, afinal, que Brasil os candidatos pretendem construir nos próximos quatro anos.
Você também pode participar, dizendo o que pensa sobre o assunto. Deixe sua opinião na área de comentários desta página e participe da enquete a seguir.
fonte Revista Veja.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Filas da morte na saúde pública, ou taxação sobre bancos e remessas ao exterior?


por

Filas da morte na saúde pública, ou taxação sobre bancos e remessas ao exterior?


na Carta Maior
Em 2007, uma coalizão de partidos e forças conservadoras extinguiu a CPMF no Brasil: R$ 40 bilhões por ano foram subtraídos do dia para a noite do orçamento federal sem que se medissem as consequências para a saúde pública.
O jogral midiático conservador alegava que a contrapartida vantajosa viria da redução do ‘custo Brasil’. Não há registro de abatimento de preço de qualquer empresa a partir dessa decisão.
Na verdade, a taxa irrisória de 0,37% sobre o cheque penalizava apenas grandes transações, ademais de dificultar a circulação do dinheiro ilegal e a sonegação embutida na prática do caixa 2 .
Cruzamentos de dados da Receita Federal demonstraram que dos 100 maiores contribuintes da CPMF, 62 nunca tinham recolhido imposto de renda no Brasil. Nunca.
O financiamento da saúde pública voltou agora à discussão no Congresso com o debate em torno da emenda 29, que disciplina a destinação de verbas federais ao setor.
Corajosamente, o PT advoga a criação de uma taxa específica sobre o lucro bancário e sobre as remessas de lucros do capital estrangeiro para suprir a extinção da CPMF.
A cantilena do ‘custo Brasil’ afia as garras midiáticas em direção contrária: mais uma vez tentará convencer a classe média a rechaçar a taxação obre os ricos, independente da fila da morte enfrentada pelos pobres no funil do SUS.
Se quiser vencer a disputa o PT precisará afrontar o mito neoliberal, radicalizado pelo Tea Party nos EUA, que demoniza os fundos públicos e engessa a ação do Estado na economia.
Alguns dogmas que devem ser desmascarados no caso brasileiro:
a) a carga fiscal do país, da ordem de 35% do PIB, cai substancialmente quando descontados subsídios e incentivos ao setor privado;
b) debitados, por exemplo, os 6% do PIB entregues aos rentistas no pagamento do juro da dívida pública, a carga líquida já cai a 29%;
c) cerca de 44% da carga fiscal brasileira advém de imposto indireto embutido nos produtos de consumo, pesando assim proporcionalmente mais no orçamento dos pobres do que no dos ricos;
d) levantamento feito pela instituição inglesa UHY demonstra que a alíquota fiscal máxima brasileira é uma das mais amigáveis do mundo com os ricos, situando-se em 54º n ranking de intensidade;
e) pesquisa do Inesc de 2007 mostra que o lucro dos bancos brasileiros aumentou 446% entre 2000 e 2006, enquanto o IR do setor só cresceu 211%: em termos absolutos os assalariados pagam quatro vezes mais imposto que os bancos;
f) por fim, cabe lembrar que as remessas de lucros e dividendos do capital estrangeiro crescem explosivamente nas contas nacionais: somaram US$ 30,4 bi em 2010, salto de 20,4% sobre 2009.
Gostaria de convidar a todos os meus amigos do facebook a comparecer na praça civica Centro de Goiania no dia 24 de novembro as 9 da manha onde teremos um protesto contra o descaso com a saaude publica.
Também gostaria de pedir a todos que se possivel compartilhe esse evento e faça convite a seus amigos.
Muito obrigado
https://www.facebook.com/events/293428864101040/?fref=ts

sábado, 27 de outubro de 2012


O DESCASO COM A SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

“Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá”, já dizia Gonçalves Dias em um dos seus famosos versos românticos onde demonstra sua imensa admiração pela paisagem do nosso país um lugar tão belo, mas com tantos problemas onde um dos principais é a precariedade da saúde pública, o caos no atendimento da população de baixa renda, com equipamentos sucateados ou inexistentes e a escassez de medicamentos, que fazem parte da realidade dos hospitais brasileiro. Será que só porque e público e para atender a população carente, não faz parte do Plano de Governo como prioridade? O que presenciamos constantemente em relação à saúde publica no Brasil, são pessoas morrendo dentro dos hospitais, por falta de socorro médico, leitos insuficientes para atender a tanta demanda e até escassez de material de consumo para proteger a saúde da população. Esta é uma dura realidade que coloca em suspeição a eficiência e eficácia do SUS (Sistema Único de Saúde). A situação fica ainda pior com a super lotação dos hospitais do interior dos estados, com condições precárias bem piores do que nas capitais, acabam por transferir para leitos hospitalares das cidades que mal possuem abrigo para a demanda já existente e com isso acabam provocando aglomeração nos corredores com macas improvisadas (a maioria das vezes nem isso se encontra), a espera de um atendimento. Médicos são injustamente responsabilizados pela má condição de atendimento, mas estes são obrigados a acumular uma carga horária exaustiva acumulando vários empregos para poderem viver dignamente e recompensar o investimento na sua formação. Formação, diga-se de passagem, que só apresenta “status”, pois se eles fossem remunerados pela responsabilidade de seu trabalho não necessitariam ter uma carga horária tão grande e a qualidade de seu atendimento para o público carente não estaria como se encontra. E ainda são obrigados a atender pacientes com falta de medicamentos, equipamentos precários que não benefeciamo número de usuários que é maior do que o hospital pode suportar. A política de governo aplicada para a saúde pública no país, pelo atual presidente e pelos governadores de estados, é de total “descaso”, pois investir em “SAÚDE” e “EDUCAÇÃO de “QUALIDADE” não atrai votos no período eleitoral. E muitos alimentam a cultura que basta distribuir alguns sacos de cimentos e alguns blocos para a construção de um “puxadinho” que não sai tão caro se manter a promessa de saúde e educação de qualidade. O Brasil é o segundo país em que o cidadão é obrigado a pagar mais impostos do que os outros países desenvolvidos, (o primeiro é a Suíça, mas neste país a carga tributaria elevadíssima dá retorno para o cidadão tanto em saúde como em educação de qualidade o que propicia a ele não recorrer ao atendimento privado), a diferença é que nos países de “Primeiro Mundo”, esse de tipo de problema não existe . Isto tem contribuído para o aumento do caos da saúde pública. As autoridades competentesalegam constantemente que não há recursos, mas sabe-se que é mesmo falta de interesse, pois verbas altíssimas são repassadas para os estados (como forma de se fazer alianças para aprovação de projetos do governo federal e que acaba contribuindo para o desvio dessas verbas para benefícios próprios), dizendo-se que são para projetos de governo para beneficiar a população. Só não existe recurso para atender às necessidades da população pobre. Para a corrupção, tem-se de sobra. Falta de leitos nos atendimentos de emergência, de vagas para quem necessita de internamento, falta de medicamentos além de equipamentos hospitalares sucateados aliados ao péssimo controle da vigilância sanitária que ocasionaa ma higienização e consequentemente acaba sendo principal fator para grande proliferação de bactérias que provocam infecção generalizada e levam muitos pacientes a óbito. E os órgãos responsáveis não têm tomado nenhuma providencia para que isso tenha fim. Aproveitando-se dos clamores da população que chega à beira do desespero nas portas dos hospitais públicos das cidades, muitos programas populares servindo-se do apelo da população divulgam a situação inicialmente apenas para manter a “audiência”, mas não cobram dos governantes de maneira constante a resolução dessa problemática. Na semana passada, com a greve dos médicos, pacientes gemiam com dores sem atendimento dentro do Hospital Regional. E até mesmo foi presenciado um paciente com o crânio exposto, ensangüentado, morrendo sem atendimento, em um piso frio do corredor daquele hospital. A voz de quem sofre com o apagão da saúde pública a de ser mais forte que dos cansados que sofreram com o apagão aéreo . Os necessitadosda saúde estão cansados, mas não têm a quem recorrer, e ainda tem que batalhar todo o dia pra conseguir mais uma consulta. Diante desta realidade - que não é vista como novidade, mas como um problema que já se tornou crônico e exige solução rápida - quem mais sofre é a população carente, que depende exclusivamente dos serviços do SUS (Sistema Único de Saúde). Ladsson Delon

quarta-feira, 18 de julho de 2012

COMO PODE O EX-PRESIDENTE LULA FICAR TAO RICO EM TAO POUCO TEMPO

PODER PÚBLICO SAFADO

Geraldo Almendra

Pode um cidadão eleito presidente e pertencente à classe média baixa, se tornar, em dois mandatos presidenciais, em um bilionário apenas com seus rendimentos e benefícios do cargo?

A resposta é sim. O ex-presidente Lula é um suposto e exemplar caso desse milagre financeiro, tendo-se como base as denúncias recorrentes já feitas pela mídia.

Conforme amplamente noticiado em algumas ocasiões uma conceituada revista - a Forbes, trouxe à tona esse tema, reputando a Lula a posse de uma fortuna pessoal estimada em mais de R$ 2 bilhões de dólares, devendo-se ressaltar que a primeira denúncia ocorreu ao que tudo indica em 2006, o que nos leva a concluir que a inteligência financeira do ex-presidente já deve ter mais que dobrado esse valor, na falta de uma contestação formal e legal do ex-presidente contra a revista.

Estamos diante de um suposto caso em que o silêncio pode ser a melhor defesa para não mexer na panela apodrecida dos podres Poderes da República, evitando as consequências legais pertinentes e o inevitável desgaste perante a opinião pública.

Nesta semana a divulgação pelo Wikileaks de suspeitas - também já feitas anteriormente - de subornos envolvendo o ex-presidente nas relações de compras feitas pelo desgoverno brasileiro em relação a processos de licitações passados, ou em andamento, nos conduz, novamente, e necessariamente, a uma pergunta não respondida: como se explica o vertiginoso crescimento do patrimônio pessoal e familiar da família Lula?

O que devem estar pensando os milhares de contribuintes que têm suas declarações de renda rejeitadas e são legalmente, todos os anos, obrigados a dar as devidas satisfações à Receita Federal sobre crescimentos patrimoniais tecnicamente inexplicáveis, mas de valor expressivamente menor do que o associado ao patrimônio pessoal e familiar do ex-presidente?

A resposta é simples e direta: tudo isso nos parece ser uma grande e redundante sacanagem com todos aqueles que trabalham fora do setor público - durante mais de cinco meses por ano - para ajudar a sustentar aquilo que a sociedade já está se acostumando a chamar de covil de bandidos.

A pergunta que fica no ar é sobre que atitudes deveriam e devem tomar o Ministério Público, a Receita Federal, O Tribunal de Contas e a Polícia Federal diante de supostas e escandalosas evidências de enriquecimento ilícito de alguém que ficou durante dois mandatos consecutivos no cargo de Presidente da República?

Na falta de atitudes investigativas ou consequências legais, como sempre, a mensagem que o poder público passa para a sociedade é de uma grotesca e sistemática impunidade protetora de todos, ou quase todos, que pactuam com a transformação do país em um Paraíso de Patifes.

No Brasil, cada vez mais, a corrupção compensa e as eventuais punições já viraram brincadeira que nossa sociedade, no cerne dos seus núcleos de poder públicos e privados aprendeu: a impunidade a leva a se nivelar por baixo aceitando que roubar o contribuinte já se tornou um ato politicamente correto para que a o projeto de poder do PT um Regime Civil Fascista fundamentado no suborno e em um assistencialismo comprador de votos siga inexoravelmente avante.

A omissão do Poder Público diante da absurda degeneração moral das relações públicas e privadas somente nos deixa uma alternativa de qualificação: estamos diante do Poder Público mais safado e sem vergonha de nossa história.

A propósito quem roubou o crucifixo do gabinete presidencial no final do desgoverno Lula?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

APOSENTADORIA AOS 95 ANOS? ISSO É PRA RIR OU CHORAR?



Para maioria dos brasileiros a aposentadoria será desfrutada na cova
Há muitos anos que os aposentados sofrem com as desvalorizações dos salários que recebem, por outro lado escândalos na mídia mostram que são enganados por bandidos, espoliados pelo governo na hora de conseguir aumentos e o setor surge comumente nos jornais com antro de alguns ladrões e corruptos que aparecem nas investigações policiais.
Agora, algum acéfalo ruminante quer aumentar a idade mínima para aposentadoria para 85 anos para as mulheres, 95 anos para os homens e de quebra criar uma “fórmula móvel” pra arrancar mais dinheiro do trabalhador. Quem aposentar aos 95 anos, na maioria vai mesmo curtir a aposentadoria na cova, morto ele estará realmente descansando e o governo indecente da previdência estará usando o dinheiro da sofrida contribuição. Sim, porque a esmagadora maioria dos brasileiros não tem a mesma aposentadoria de um político ou magistrado.
A grande maioria dos aposentados, hoje, não recebe dignamente em relação aos anos de contribuição. Recebem menos e cada ano menos, enquanto o governo arrecada mais, cada vez mais, seja reduzindo o percentual dos salários ou na “mão grande” recebendo nos impostos.
Enquanto isso as Instituições que se arvoram “defensoras da sociedade” fingem que não vêem a malandragem governamental e descansam “em berço esplendido” também desfrutando de ótimas aposentadorias ao lado da classe política.
Quem conseguir se aposentar por idade aos 85 ou 95 anos merece a lápide: “ aqui descansa o herói brasileiro”. Os jovens estão morrendo cada ano mais e mais cedo, seja na relação crescente com as drogas ou em acidentes. O SUS que vai de mal a pior, basta ver no noticiário, está fazendo suas vítimas fatais por falta de UTIs, médicos, medicamentos etc. Os aposentados quando mais precisam de atendimento médicos são inclusos nos descasos da maioria com consultas agendadas pra meses, a maioria não resiste e morre em casa mesmo.
A salvação do trabalhador e principalmente do aposentado seriam os planos de saúde e a previdência privada, mas ambos – assim como o governo – só querem faturar, a contra partida é cheia de exigências e dificuldades para quem paga.
Infelizmente os políticos foram escolhidos pelo povo, que repito escolheu mau. A maioria deveria ter vergonha de andar na rua. Imagino as mães, esposas e filhos de políticos, devem “morrer” de vergonha quando perguntam pra elas: O seu pai, filho ou marido faz o quê na vida? E ter de responder ele é político.
Senhores ministros e congressistas lembrem-se da Bastilha. A paciência de um povo também tem limites.
João Carlos Barreto

quarta-feira, 21 de março de 2012

COMO ACABAR COM A CORRUPÇÃO DO BRASIL?

O que devemos fazer em nosso país?
Estamos vivendo uma epidemia de corrupção, somos todos os dias bombardeados com noticias e mais noticias, onde nossos políticos estão esquecendo o porque e para que foram eleitos, o descaso com as leis e tao grande que nem se dão ao trabalho fugir do país uma vez descoberto seus atos.  Pois todos contam com a impunidade, não consigo imaginar por onde começar a limpeza, O Brasil é um dos países com a maior carga tributaria do mundo, e mesmo assim temos uma das piores educação do mundo, o nosso sistema de saúde e simplesmente inaceitável, nossos cidadões estão morrendo aos poucos nas filas dos  SUS, nosso sistema de transporte e caótico não conseguimos fazer nada de forma honesta e decente nesse país.
Estamos em ano de eleições e o que mais me deixa triste e saber que entra ano e sai ano e não aprendemos que para termos uma sociedade mais justa precisamos aprender a votar, muitas vezes vendemos nossos votos por alguns poucos reais, outras vezes votamos pela aparência externa do canditato, outras por achar que não temos opções escolhemos alguns que sabemos diante mão  que não tem a menor capacidade de fazer nada para melhorar a situação que ai se encontra, mas sim votamos como forma de protesto., a melhor forma de protestar e buscar sabermos mais sobre o candidato que escolhemos e tiramos de lá aqueles que so pensa em se dar bem.
Precisamos antes de mais nada querer um país melhor, se não pra nós mesmo, então que queiramos para nossos filhos ou netos, só não podemos e continuar agindo como se tudo fosse ser resolvido por conta própria, a única forma de mudarmos é se primeiro iniciarmos a mudança em cada um de nós mesmo, antes de querer mudar o próximo.
As eleições municipais ai esta, vamos votar de forma correta, e dessa forma corrigir muitos dos erros que ai se encontra.

Adebaldo Moreira

Qual a situação de seu município?


PESQUISA FEITA PELA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO RIO DE JANEIRO MOSTRA QUE 65 POR CENTO DOS MUNICÍPIOS DO PAÍS TÊM SITUAÇÃO FISCAL DIFÍCIL OU CRÍTICA.


A situação fiscal é difícil ou crítica para quase 65% dos municípios brasileiros, enquanto a excelência na gestão fiscal está restrita a 2% das cidades do país.
Os dados são do IFGF (Índice FIRJAN de Gestão Fiscal), criado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) para avaliar a qualidade de gestão fiscal dos municípios brasileiros.
Em sua primeira edição e com periodicidade anual, o IFGF traz dados de 2010 e informações comparativas com os anos de 2006 até 2009.
O estudo é elaborado exclusivamente com dados oficiais, declarados pelos próprios municípios à Secretaria do Tesouro Nacional.
O município de Santa Isabel, em Goiás, lidera o ranking nacional como a cidade com melhor eficiência na gestão fiscal: 0,9747 pontos.
Santa Isabel recebeu o conceito A, enquanto que os piores municípios receberam conceitos C e D.
O município de Vianópolis recebeu conceito C, uma vez que ficou com o índice geral de 0,5322.
Já na questão de geração de receita própria, Vianópolis ficou com um índice baixíssimo, 0,3041.
Em gastos com pessoal o índice de Vianópolis foi de 0,5598, enquanto que o custo da dívida do município ficou com índice de 0,8996.
O município de Vianópolis ficou na posição de número 2.795 anível nacional e em na posição de número 116 a nível estadual.
Os dados sobre o município de Vianópolis podem ser consultados no site da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, cujo endereço na rede mundial de computadores é este: www.firjan.org.br.

Será que o politico que você votou nas ultimas eleições esta te fazendo feliz?


SEGUNDO O VEREADOR LEANDRO O PREFEITO ESTÁ FAZENDO APROPRIAÇÃO INDEVIDA DOS SALARIOS E INCENTIVO DOS ACS

  Cachoeira do Sul,Quarta-feira, 07 de Março de 2012
em » 07/03/2012 Não repassar incentivo para Agentes de Saúde, é um crime diz Vereador
 16h57min
O vereador Leandro Balardin, voltou a cobrar o Governo Municipal, que desde 2009 está trancando o repasse do Incentivo Adicional dos Agentes Comunitários de Saúde do Município.

Ao todo, são mais de 60 profissionais, que levam saúde preventiva nas comunidades dos Bairros.

Lamentavelmente, este descaso, com estes trabalhadores que estão tendo seus direitos sonegados, o que não posso compactuar de forma alguma, indagou Balardin.

O destrato e o desrespeito com estes Agentes passou dos limites, pois há três anos estamos cobrando uma resolução para o caso. O Governo Municipal está se apropriando do incentivo adicional de final de ano dos Agentes, e cometendo outras irregularidades, que no seu ponto de vista são graves e intoleráveis:



- Apropriação dos valores repassados pelo Governo do Estado e União dos anos de 2009, 2010 e 2011, para o pagamento Incentivo Adicional do Agente Comunitário de Saúde, o que fere as portarias do Ministério da Saúde que criaram os programas;

- Pagamento de salário no valor de R$ 583,86 (Janeiro de 2012), estando inferior ao salário mínimo que é de R$ 622,00, contrariando a Constituição;

- Não pagamento de valores retroativos de direitos adquiridos referente insalubridade, o que está obrigando os agentes a requerem judicialmente, sendo que a maioria não ingressa com medo de punições, pois estão em estágio probatório;

- Não concessão de insalubridade, o que obriga os agentes a requerem judicialmente, sendo que a maioria não ingressa com medo de punições, pois estão em estágio probatório;

- Não pagamento de diferenças salariais de anos anteriores quando o Salário básico dos ACS esteve inferior ao salário mínimo nacional, desde 2009, contrariando legislação federal.



O que se sabe é que os recursos já foram repassados pelo Estado e União.



É um crime o que está sendo feito contra estes Agentes, que trabalham dia-a-dia, debaixo de sol e chuva de porta em porta levando informação e conhecimento para o bem das pessoas. Esta “enrolação” é lamentável, não dá para se calar diante de tamanha injustiça, pois está sendo feita contra pessoas que trabalham em favor da comunidade e da saúde de todos e o pouco que recebem ainda lhe negam parte.

terça-feira, 13 de março de 2012

Eleições Municipais


As Eleições 2012 estão ai!
Numa democracia as eleições são de fundamental importância, pois possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Se escolhermos bem, teremos bons políticos e os benefícios, mas se escolhermos mal teremos maus políticos e os ônus, desta forma, é preciso dar mais valor a política e acompanhar com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país. Embora todas eleições sejam importantes, absolutamente todas, sem dúvida alguma existem aquelas que são mais importantes em razão das consequências, como é o caso das Eleições Municipais.

Costumo dizer que a eleição mais importante de uma Nação são as Eleições Municipais, pois é no município que acontece a política da vida real.

Então já esta mais que na hora de sairmos e mostrar a todos os corruptos que iremos iniciar nossa limpeza pelas eleições municipais.
Adebaldo Moreira

domingo, 2 de outubro de 2011

Adebaldo Moreira PSOL GOIANIA: ELES VOTARAM A FAVOR DO LATIFÚNIO E CONTRA A VIDA,...

Adebaldo Moreira PSOL GOIANIA: ELES VOTARAM A FAVOR DO LATIFÚNIO E CONTRA A VIDA,...: AGORA VAMOS MANDAR O NOSSO RECADO PARA ELES: Sobre a votação da emenda nº. 164 do PL Nº 1876/1999, gostaríamos de perguntar: Deputada (o...

O QUE É UM SOCIALISMO CRISTÃO?

O socialismo cristão é um movimento político de esquerda que defende simultaneamente ideais cristãos e socialistas. Os militantes deste movimento advogam que o socialismo e o cristianismo estão ambos interligados e são compatíveis um com o outro. Este movimento tinha a intenção de harmonizar (trabalhador e patrão) em uma sociedade mais justa e pode incluir também na sua ideologia a Teologia da Libertação.



O socialismo de matriz cristã, comumente denominado pelos católicos de Movimento Social Cristão ou Movimento Cristão Social, teve o seu início em meados do Século XIX, nas obras de vários doutrinários cristãos (ex: Henri de Saint Simon, Lamennais, Albert de Mun, Frederick Denison Maurice, Charles Kingsley, Thomas Hughes, Frederick James Furnivall, Adin Ballou e Francis Bellamy). Estes escritores propunham um socialismo novo, baseado nos ideais do cristianismo, oposto à luta de classes e ao ateísmo, mas preocupado com as reivindicações das classes pobres e trabalhadoras, propondo um governo mais justo e uma sociedade mais equilibrada. Este novo socialismo, afastado do materialismo marxista, defende as organizações sindicais, as lutas dos trabalhadores em prol de melhores condições de trabalho e de vida e a justiça social.



O socialismo cristão desenvolveu-se, mais tarde nos círculos católicos, como um ramo ou variante progressista da catolicismo social no qual o socialismo cristão ganhou muita força após a encíclica "Rerum Novarum" do Papa Leão XIII (1891), que em oposição ao socialismo de Proudhon e, mais tarde, ao marxismo ou socialismo científico, mas opondo-se também e de igual modo ao capitalismo, o catolicismo social recusa a luta de classes, promove a colaboração entre patrões e trabalhadores e prega a aplicação da doutrina católica e a intervenção do Estado para corrigir os males criados pela industrialização, criando uma maior justiça social e uma distribuição mais equitativa da riqueza produzida e pretendia assim constituir uma resposta cristã para a questão social alternativa à corrente dominante da Associação Internacional dos Trabalhadores (depois Internacional Socialista).



Na encíclica Rerum Novarum, o Papa reconhece a gravidade das questões sociais provocadas pelo capitalismo, pelo que só os valores cristãos poderiam corrigir esses males sociais. Mas, ao mesmo tempo, ele colocou-se contra quaisquer alternativas igualitárias, revolucionárias, ao afirmar que "a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública." (Rerum Novarum, n. 7) No entender dos teóricos do socialismo cristão, o cristianismo tem em si mesmo valores socializantes, pelo que o capitalismo é reconhecido como contrário aos valores da fé cristã.



Em Portugal, o socialismo cristão teve início com a Acção Católica Portuguesa, de onde sairam mais tarde líderes do MDP/CDE e da Juventude Operária Católica (JOC). Actualmente, o socialismo cristão está no Portugal pro Vida.



No Brasil, o socialismo cristão está representado por políticos como Marina Silva, candidata à presidência pelo PV nas eleições de 2010.



[editar] Posição da Igreja CatólicaO Magistério da Igreja Católica sempre condenou qualquer forma de comunismo e de algum socialismo que não fosse semelhante à doutrina católica:



"A teoria marxista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública." (Rerum Novarum, n. 7)

"Ninguém pode ser ao mesmo tempo um católico sincero e um verdadeiro socialista revolucionário" (Pio XI, 1931) [1]

"Entre comunismo e cristianismo, [...] a oposição é radical, e acrescenta não se poder admitir de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado: quer porque ele foi construído sobre uma concepção da vida fechada no temporal, com o bem-estar como objetivo supremo da sociedade; quer porque fomenta uma organização social da vida comum tendo a produção como fim único, não sem grave prejuízo da liberdade humana; quer ainda porque lhe falta todo o princípio de verdadeira autoridade social." (Mater et Magistra, n. 34)

ELES VOTARAM A FAVOR DO LATIFÚNIO E CONTRA A VIDA, DISSERAM SIM À EMENDA DA MOTOSERRA, ANISTIARAM DESMATADORES E COLOCARAM EM RISCO O QUE RESTA DA AMAZÔNIA E DO CERRADO!



AGORA VAMOS MANDAR O NOSSO RECADO PARA ELES:
Sobre a votação da emenda nº. 164 do PL Nº 1876/1999, gostaríamos de perguntar:
Deputada (o) como uma “SOCIALISTA” pode votar com uma barbaridade dessas?

Mande email, ligue pressione! Vamos mostrar toda nossa indiguinação com essa falta de responsabilidade desses parlamentares!

Taumaturgo Lima AC - PT
dep.taumaturgo@camara.gov.br
32155945 / 32152945

Aldo Rebelo SP - PC do B
dep.aldorebelo@camara.gov.br
32155962 / 32152967

Alice Portugal BA - PC do B
dep.aliceportugal@camara.gov.br
32155420 / 32152420

Assis Melo RS - PC do B
dep.assismelo@camara.gov.br
32155605 / 32152605

Chico Lopes - CE - PC do B
dep.chicolopes@camara.gov.br
32155210 / 32152310

Delegado Protógenes SP - PC do B
dep.delegadoprotegenes@camara.gov.br
32155745 / 32152745

Evandro Milhomen - AP - PC do B
dep.evandromilhomen@camara.gov.br
32152419 / 32155419

Jandira Feghali - RJ - PC do B
dep.jandirafeghali@camara.gov.br
32155622 / 32152622

Jô Moraes - MG - PC do B
dep.jomoraes@camara.gov.br
32155322 / 32152322

Luciana Santos - PE - PC do B
dep.lucianasantos@camara.gov.br
32155531 / 32152531

Manuela D’Ávila - RS - PC do B
dep.manueladavila@camara.gov.br
32155438 / 32152438

Osmar Júnior - PI - PC do B
dep.osmarjunior@camara.gov.br
32155356 / 32152356

Perpétua Almeida - AC - PC do B
dep.perpetuaalmeida@camara.gov.br
32155625 / 32152655

Dr. Ubiali - SP - PSB
dep.dr.ubiali@camara.gov.br
32155543 / 32152543

Laurez Moreira - TO - PSB
Dep.laurezmoreira.@camara.gov.br
32155736 / 32152736

Luiz Noé - RS - PSB
dep.luiznoe@camara.gov.br
32155338 / 32152338

Mauro Nazif - RO - PSB
dep.mauronazif@camara.gov.br
32155948 / 32152948

Pastor Eurico - PE - PSB
dep.pastoreurico@camara.gov.br
32155369 / 32152369

Paulo Foletto - ES - PSB
dep.pastorfoletto@camara.gov.br
32155839 / 32152939

Sandra Rosado - RN - PSB
dep.sandrarosado@camara.gov.br
32155650 / 32152650

(FONTE: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/plenario/resultadoVotacao )
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